Break Down Into
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Real One
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Claro Que Si
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Como
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Tengo
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Baz
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Grande
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Ser
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Los
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Ahora
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Modelo: Why I drink Modelo.
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Why I drink Modelo.

Modelo: peternautico: sabanasblancasuniverse: @cuerdodeatar MA-GIS-TRAL!!! ¿Tiene que ser Abascal el modelo?
Modelo: peternautico:
sabanasblancasuniverse:

@cuerdodeatar

MA-GIS-TRAL!!!

¿Tiene que ser Abascal el modelo?

peternautico: sabanasblancasuniverse: @cuerdodeatar MA-GIS-TRAL!!! ¿Tiene que ser Abascal el modelo?

Modelo: Modelo? cabroworld
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Modelo? cabroworld

Modelo: Muere el modelo Zombie Boy, tras suicidarse a la edad de 32 años. Saltó a la fama tras participar en el videoclip 'Born This Way' de Lady Gaga. DEP 🌹 Cabroworld
Modelo: Muere el modelo Zombie Boy, tras suicidarse a la edad de 32 años. Saltó a la fama tras participar en el videoclip 'Born This Way' de Lady Gaga. DEP 🌹 Cabroworld

Muere el modelo Zombie Boy, tras suicidarse a la edad de 32 años. Saltó a la fama tras participar en el videoclip 'Born This Way' de Lady...

Modelo: O plano era chegar aos 20 e tantos anos com os filhos na escola, um diploma na parede do escritório e uma casa com piscina e jardim. O plano era que aquele primeiro amor durasse para sempre, que o curso da faculdade nos fizesse sentir completos, que a nossa vida já tivesse tomado um rumo até aqui. Acontece que o modelo de felicidade da geração passada não funcionou com a nossa. O futuro que escolheram para gente não se concretizou. O primeiro amor acabou, assim como tantos outros. O diploma está empoeirado na gaveta. O apartamento pequeno não tem jardim, mas a vista da janela até que é legal. Em alguns casos os filhos vieram, mas os pais não estão mais juntos. Parece um cenário triste, mas eu consigo enxergar por outra ótica. Ao meu ver somos uma geração que se recusa a ser infeliz. A geração que não é o que esperavam dela. Que não aceita padrões. Fingir que está tudo bem não é com a gente. Muito menos manter relações de fachada. Se for preciso, terminamos relacionamentos, pedimos demissão, compramos passagens só de ida, recomeçamos tudo do zero. A nossa sede não nos permite viver naquele modelo. A carapuça não serve. Os trinta e poucos anos estão logo ali e as coisas ainda não se acertaram. Mas, quer saber? Talvez tenha sido melhor assim. Nós já vivemos tanto em tão pouco tempo. São tantas histórias pra contar. Optamos pela instabilidade e nos apaixonamos por ela. Somos a geração que pulverizou a mesmice. Quebramos os tabus dos brincos, dos cabelos, das tatuagens e dos relacionamentos. Criamos até mesmo novas profissões. Respeitamos as tradições, mas modernizamos o conceito da maioria delas. É claro que não acertamos em tudo, mas ninguém poderá dizer que não fomos felizes. Viajamos, festamos, bebemos, rimos e choramos. Moramos juntos antes de casar. Amamos por uma noite. Quebramos a cara e damos a volta por cima. Talvez um dia a gente se canse de tudo isso. Talvez lá na frente a gente consiga se enquadrar naquele formato. Pode até ser. Mas, por enquanto, nós seguimos assim. Escrevendo o nosso modelo de felicidade. Errando os nossos próprios erros. Sobrevivendo ao caos com um sorriso no rosto. Tirem os rótulos do caminho. Aí vamos nós. @precisavaescrever
Modelo: O plano era chegar aos 20 e tantos anos com os filhos na escola, um diploma na parede do escritório e uma casa com piscina e jardim. O plano era que aquele primeiro amor durasse para sempre, que o curso da faculdade nos fizesse sentir completos, que a nossa vida já tivesse tomado um rumo até aqui. Acontece que o modelo de felicidade da geração passada não funcionou com a nossa. O futuro que escolheram para gente não se concretizou. O primeiro amor acabou, assim como tantos outros. O diploma está empoeirado na gaveta. O apartamento pequeno não tem jardim, mas a vista da janela até que é legal. Em alguns casos os filhos vieram, mas os pais não estão mais juntos. Parece um cenário triste, mas eu consigo enxergar por outra ótica. Ao meu ver somos uma geração que se recusa a ser infeliz. A geração que não é o que esperavam dela. Que não aceita padrões. Fingir que está tudo bem não é com a gente. Muito menos manter relações de fachada. Se for preciso, terminamos relacionamentos, pedimos demissão, compramos passagens só de ida, recomeçamos tudo do zero. A nossa sede não nos permite viver naquele modelo. A carapuça não serve. Os trinta e poucos anos estão logo ali e as coisas ainda não se acertaram. Mas, quer saber? Talvez tenha sido melhor assim. Nós já vivemos tanto em tão pouco tempo. São tantas histórias pra contar. Optamos pela instabilidade e nos apaixonamos por ela. Somos a geração que pulverizou a mesmice. Quebramos os tabus dos brincos, dos cabelos, das tatuagens e dos relacionamentos. Criamos até mesmo novas profissões. Respeitamos as tradições, mas modernizamos o conceito da maioria delas. É claro que não acertamos em tudo, mas ninguém poderá dizer que não fomos felizes. Viajamos, festamos, bebemos, rimos e choramos. Moramos juntos antes de casar. Amamos por uma noite. Quebramos a cara e damos a volta por cima. Talvez um dia a gente se canse de tudo isso. Talvez lá na frente a gente consiga se enquadrar naquele formato. Pode até ser. Mas, por enquanto, nós seguimos assim. Escrevendo o nosso modelo de felicidade. Errando os nossos próprios erros. Sobrevivendo ao caos com um sorriso no rosto. Tirem os rótulos do caminho. Aí vamos nós. @precisavaescrever

O plano era chegar aos 20 e tantos anos com os filhos na escola, um diploma na parede do escritório e uma casa com piscina e jardim. O pl...

Modelo: <p>Claro, que si ponen un modelo japo sale una Derringer.</p>
Modelo: <p>Claro, que si ponen un modelo japo sale una Derringer.</p>

<p>Claro, que si ponen un modelo japo sale una Derringer.</p>